Entre perdas e danos que nós nos causamos façamos o balanço não das moedas mas dos enganos. de cima do décimo segundo andar do ano quem sabe talvez decretemos para nosso bem e o bem geral do convívio humano extinta num ato toda forma de vileza e desamor sepulta-se num átimo aquela hipocrisia aquela inveja, a ira, a cobiça a ganância, a injustiça, a infâmia e a praticada egolatria. abole-se agora toda incomprensão e impaciência a ignorância, a inconsequência a deselegância, a arrogãncia o esnobismo, a inconveniência e a propósito também o desrespeito expira-se o prazo de toda aquela idiotice, a desconfiança, a cegueira, a burrice, a raiva descabida, a calúnia, a injúria, a mesquinharia e a indiferença esgota-se a validade de todo dissabor destilado e ornamentado em gestos, palavras, em silêncios, em olhares, atos declarados ou em segredos desferido no entrechocar-se de nossas vidas e no adeus de nossos dedos neste ano que o fim enseja elimina-se desde já tudo aquilo que não presta e não viceja e no ano vindouro como valente mouro quem sabe melhor conosco, com nossa consciência e com o semelhante possamos fazer da vida uma viagem leal e verdadeira com gratidão e humildemente fraterna como ainda não tivemos. ( Evangelista, Ricardo, in Mineral, 2004 , Rede Catitu Cultural )
O nosso partido cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar os nossos ideais
Mostraremos que é uma grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo da nossa acção.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
as nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos os nossos propósitos mesmo que
os recursos económicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.
DEPOIS DA POSSE
Basta ler o mesmo texto
acima, DE BAIXO PARA CIMA, linha a linha.
Recebi este texto por amigos através da net, trata-se de um texto de autor anônimo, nem por isso menos criativo.
Poema "Consumismo", de Ricardo Evangelista, livro Mojpeotara 2004, webdesinger: Luisa Campos. Este poema foi premiado CONCURSO NACIONAL HELENA KOLODY em 2000 no Paraná, e publicado em livro Mojepotara em 2004, ( p 47 ). Montagem da webdesigner: Luisa Campos. Pode-se dizer, que o velho ditado popular "ter o olho maior qua a
barriga", recebe, aqui, uma representação concretista ou visual ou
digital-infopoema-ciberpoesia, como quiser!!!Arte.poética afinal. Clique no texto e veja o movimento.
Abrindo a série POEMAS DIGITAIS , lanço aqui, em primeira mão, o poema que criei em homenagem ao dia mundial de combate à AIDS e às doenças sexuais. Lançamos o desafio, faça sua arte e nos envie ou comente o poema digital.
Em breve divulgaremos aqui imagens dos jogos poéticos, interativos e lúdicos, feitos de madeira, que criei em parceiria com George Almeida ( fazedor/inventor de Jogos
de Desafio e Quebra-Cabeça).
O Sarau Tropeiro de Poesia Virtual agora é no facebook. Proponho um desafio a cada mês e vocês publicam direto, basta enviar. Imanginação e dedos à obra. Este mês de novembro o desafio é que cada um crie sua RECEITA DE PAZ e nos mande. Adicione facebook.com/ricardoevangelista2
Este poema eu criei há mais de 2 anos e agora divulgamos no Paz e Poesia. Neste 2011, recebeu a ilustração criativa e inteligente do artista Richardson. O trabbalho de webdesigner é do poeta e amigo Marco Llobus. Essa moçada trabalha bonito,né verdade!!! Em breve estará em camisetas e panos de prato. Caso queiram adquirir entre em contato no (31)96920283 ou mandem email: ricardoevangelista@bol.com.br